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INFORME: DIREÇÃO DA FASUBRA AVALIA ADESÃO AO INDICATIVO DE ESTADO DE GREVE



Na última quinta (18), a Direção Nacional da FASUBRA reuniu-se para analisar e debater os encaminhamentos sobre a proposta na última plenária de adesão ao Estado de Greve para o primeiro trimestre de 2024, sobre o calendário do FONASEFE, que aponta realização de plenária para debater uma contraproposta ao governo e sobre os últimos acontecimentos em torno da campanha salarial e reestruturação do PCCTAE.


Segundo o ID da FASUBRA, de 22 de janeiro de 2024, a direção da federação avaliou que não houve mudanças significativas que indique um cenário favorável para a classe trabalhadora, em especial para o funcionalismo público, tendo em vista a aprovação do arcabouço fiscal que impõe ao serviço público e seus servidores a carga do déficit da dívida pública e a morosidade do Governo Federal em apresentar propostas efetivas às demandas apresentadas nas mesas de negociação.


O informe aponta a reunião da 3ª Mesa Específica e Temporária, que está marcada para o dia 22 de fevereiro, como uma data central para radicalizar e intensificar as ações e pressionar para que o governo federal responda às demandas da categoria. Em consenso, a DN da FASUBRA entende que a deliberação pela greve se dará a partir da reunião específica, quando o governo deverá apresentar uma contraproposta à nossa pauta referente à reestruturação da carreira.


Nesse sentido, tendo em vista o estado de greve e considerando que estamos há quase um ano em negociação, foi elaborado um calendário de mobilização com objetivo de intensificar as ações até o dia 22 de fevereiro, fortalecendo a unificação da luta do setor da educação e também o calendário de mobilização do FONASEFE.


O calendário de mobilização conta com rodada de assembleias para avaliar a contraproposta elaborada pelo FONASEFE, entre os dias 23 e 26 de janeiro, Plenária Nacional dos Servidores Públicos Federais e entrega da contraproposta ao governo, no dia 30 de janeiro.


REUNIÃO ENTRE FASUBRA, ANDES E SINASEFE

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Ainda no dia 18 de janeiro, representantes da FASUBRA, ANDES-SN e SINASEFE, se reuniram para debaterem sobre a unificação das lutas das entidades da educação federal, para fortalecer as ações pela reestruturação de salário, das carreiras, do orçamento das IFE, dentre outras pautas comuns às entidades.


O objetivo das entidades é construir um calendário de luta, unificando as pautas em comum (TAE, docentes e estudantes) para fortalecer a unidade de ação, indicando o dia 22 de fevereiro dia nacional de mobilização e paralisação, rumo à greve unificada da educação.


Ficou acordado que as entidades, representadas pelos dirigentes em plantão, irão se reunir semanalmente para dar sequência às ações pretendidas.


Com relação à resposta à contraproposta de reajuste salarial do governo, as entidades concordaram em, entre outros pontos, não aceitar a proposta de reajuste zero para 2024 e não abrir mão da reposição das perdas históricas desde julho de 2010, além de reivindicar que conste no termo de acordo, o compromisso do governo de retomar as negociações em torno destas perdas, independentemente dos índices negociados nesta etapa atual.



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