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SINDS-UFSJ ADERE À PARALISAÇÃO NACIONAL DO DIA 22 DE FEVEREIRO



Em assembleia híbrida realizada na manhã desta segunda (19) os filiados do Sinds-UFSJ aprovaram, por unanimidade, a adesão à paralisação nacional da educação federal no dia 22 de fevereiro (quinta-feira).


Nesta data, será realizada a terceira reunião da Mesa Específica e Temporária para reestruturação do PCCTAE. Para pressionar o governo a atender as demandas da categoria, a FASUBRA e o FONASEFE propuseram para o dia 22, o “Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Carreira e da Educação Pública”.


Informes da reitoria



O reitor da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), Marcelo Pereira de Andrade, participou da assembleia a convite da diretoria do Sinds-UFSJ e prestou alguns informes. O primeiro deles foi referente ao processo eleitoral para reitoria. Segundo Marcelo, a lista tríplice já foi encaminhada ao Ministério da Educação (MEC) e a nomeação deve ser feita até o dia 8 de maio, fim da atual gestão.


O segundo informe tratou do orçamento da universidade. No último dia 7, o reitor da UFSJ e o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento, Renato Vieira, detalharam, em live, a situação orçamentária da UFSJ em 2024. Na assembleia do Sinds-UFSJ, o reitor voltou a informar que o orçamento disponível é insuficiente para manter a universidade funcionando durante todo o ano.


Os dados apresentados pela reitoria apontam que o orçamento disponível para a UFSJ em 2024 é de 54 milhões, no entanto, seriam necessários 76 milhões para manter as atividades da universidade até dezembro.


Com o déficit de 22 milhões, a previsão é de sejam realizados cortes de 25% a 35%, que podem chegar a 40%, em todos os contratos da casa. Os cortes vão atingir a contratação e manutenção dos trabalhadores terceirizados, mas a reitoria não informou quando terá início o desligamento de pessoal.


Os filiados do Sinds-UFSJ demonstraram preocupação quanto à redução do número de trabalhadores terceirizados, tanto pela questão dos trabalhadores que ficarão sem emprego e renda quanto pelo trabalho extra que deve recair sobre os servidores técnicos-administrativos.


O reitor Marcelo de Andrade afirmou que a UFSJ passará por uma reestruturação dos fluxos de trabalho, focada na desburocratização dos processos e em evitar o retrabalho.


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